Os municípios maranhenses de Água
Doce, Alcântara, Raposa e São Luís,
deverão ser incluídos oficialmente no próximo ano ao roteiro da Rota das
Emoções. A cidade Água Doce do Maranhão fica muito feliz com a notícia da
inclusão de seu nome no roteiro. Água Doce do Maranhão é também porta de
entrada para o Delta do Parnaíba (Delta das Américas). O estande de Água Doce
foi bastante visitado pelo público que prestigiou o 1º Salão da Rota das
Emoções que aconteceu no Porto das Barcas em Parnaíba-PI, no período de 18 à
20/10. Atualmente integram o roteiro 14 municípios dos Estados do Piauí,
Maranhão e Ceará. O salão de turismo da rota das emoções foi realizado pelo
SEBRAE dos Estados do Piauí, Ceará e Maranhão, em parceria com os governos do
Piauí e Maranhão, Federação do Comércio de Bens, Serviço e Turismo do Piauí -
Fecomercio, Serviço Social da Indústria - SESI e Federação das Indústrias do
Estado do Piauí - FIEPI.quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Água Doce na Rota das Emoções
Os municípios maranhenses de Água
Doce, Alcântara, Raposa e São Luís,
deverão ser incluídos oficialmente no próximo ano ao roteiro da Rota das
Emoções. A cidade Água Doce do Maranhão fica muito feliz com a notícia da
inclusão de seu nome no roteiro. Água Doce do Maranhão é também porta de
entrada para o Delta do Parnaíba (Delta das Américas). O estande de Água Doce
foi bastante visitado pelo público que prestigiou o 1º Salão da Rota das
Emoções que aconteceu no Porto das Barcas em Parnaíba-PI, no período de 18 à
20/10. Atualmente integram o roteiro 14 municípios dos Estados do Piauí,
Maranhão e Ceará. O salão de turismo da rota das emoções foi realizado pelo
SEBRAE dos Estados do Piauí, Ceará e Maranhão, em parceria com os governos do
Piauí e Maranhão, Federação do Comércio de Bens, Serviço e Turismo do Piauí -
Fecomercio, Serviço Social da Indústria - SESI e Federação das Indústrias do
Estado do Piauí - FIEPI.terça-feira, 22 de outubro de 2013
Barro Duro a um passo de sua Emancipação Politica
O Senado aprovou o projeto de lei complementar que define novas regras
para a criação de municípios. O poder de criação de municípios volta a passar
para os parlamentos estaduais. Com regras mais rígidas, a Assembleia
Legislativa do Maranhão irá rever os pedidos que haviam sido feitos e recomeçar
o trabalho de zero.
A criação de novos municípios iria dividir os repasses federais,
tirando recursos do município que perderão território. Considerando que os
municípios com até oito mil habitantes criados entre 2001 e 2010 em processos
que ficaram sub judice no Supremo Tribunal Federal (STF) têm orçamento anual em
torno de R$ 20 milhões, a criação dos novos municípios no Maranhão arcaria com
um acúmulo de R$ 640 milhões caso fossem criados os 32 municípios que estão na
fila de espera. Porém, este número será revisto. O presidente da Comissão de
Assuntos Municipais e de Desenvolvimento Regional, deputado André Fufuca (PEN),
comemorou muito a decisão do Congresso Nacional. “É uma vitória da população.
Esse projeto surgiu de um clamor de várias comunidades. Foi aprovado e agora
esperamos a sanção governamental”, pontuou. Para Fufuca, todo o trabalho da
Comissão que avaliou os pedidos de criação de município deverá recomeçar em
virtude das novas regras estabelecidas pelo Congresso nacional. O deputado
garante que os parlamentares sempre trabalharam para uma criação com
responsabilidade. Segundo o presidente da Comissão, a Casa é contra uma
enxurrada de emancipações em áreas que não têm a mínima condição de se
desenvolver.
Abaixo a relação dos 32 municípios que estão à espera da emancipação:
Nazaré do Bruno (Caxias)
Brejinho dos Cocais (Caxias)
Moisés Reis (Codó)
Cajazeiras do Maranhão (Codó)
Novo Bacabal (Açailândia)
Brejinho (Bacabal)
Santa Vitória do Maranhão (Barra do Corda)
Ipiranga (Barra do Corda)
Santo Onofre (Santa Luzi)
Faisa da Chapada do Seringal (Santa Luzia)
II Núcleo (Buriticupu)
Palmares do Maranhão (Itapecuru-Mirim)
Alto Brasil (Grajaú)
São José das Varas (Barreirinhas)
BARRO DURO (TUTÓIA)
Deputado João Evangelista (Zé Doca)
Carnaubeiras (Araióses), Novo Jardim (Bom Jardim)
Paiol do Centro (Parnarama)
Porto Santo do Maranhão (Turiaçu)
Baixão Grande do Maranhão (São Domingos do Maranhão)
Coque (Vitória do Mearim)
Morada Nova (Pindaré-Mirim)
Auzilândia (Alto Alegre do Pindaré)
Belém do Maranhão (Tuntum)
Vitória da Parnaíba (Santa Quitéria)
Jacaré (Penalva)
Castelo (Monção)
Queimadas (Santa Quitéria)
Maracanã do Maranhão (São Luís)
Maiobão (Paço do Lumiar)
São Simão do Maranhão (Rosário).
por: Clodoaldo Corrêa / Imparcial
20 metas estabelecidas pelo MEC no Plano Nacional de Educação (PNE) 2011-2020
Lista das 20 metas estabelecidas pelo
MEC no Plano Nacional de Educação (PNE) 2011-2020
·
Universalizar, até 2016, o atendimento
escolar da população de 4 e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta de educação
infantil da forma a atender a 50% da população de até 3 anos;
·
Universalizar o ensino fundamental de nove
anos para toda a população de 6 a 14 anos;
·
Universalizar, até 2016, o atendimento
escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa
líquida de matrículas no ensino médio para 85%, nesta faixa etária;
·
Universalizar, para a população de 4 a 17
anos o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais
do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de
ensino;
·
Alfabetizar todas as crianças até, no máximo,
os oito anos de idade;
·
Educação em tempo integral em 50% das escolas
públicas;
·
Metas Nacionais para o IDEB em 2011, 2013,
2015, 2017, 2019 e 2021 e chegar aos 473 pontos no PISA, em 2021;
·
Elevar a escolaridade média da população de
18 a 24 anos, com ênfase no campo e nas populações carente e negra;
·
Elevar a taxa de alfabetização da população
com quinze ou mais para 93,5% até 2015 e erradicar, até 2020, o analfabetismo
absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional;
·
Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de
educação de jovens e adultos na forma integrada à educação profissional nos
anos finais do ensino fundamental e do ensino médio;
·
Duplicar as matrículas da educação
profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade de oferta;
·
Elevar a taxa bruta de matrícula na educação
superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos,
assegurando qualidade de oferta;
·
Elevar a qualidade da educação superior pela
ampliação da atuação de mestres e doutores nas instituições de educação
superior para 75%, no mínimo, do corpo docente em efetivo exercício, sendo, do
total, 35% doutores;
·
Elevar gradualmente o número de matrículas na
pós-graduação stricto sensu de modo a atingir a titulação anual de 60 mil
mestres e 25 mil doutores;
·
Garantir, em regime de colaboração entre
União, os Estados, o Distrito Federal e os municípios, que todos os professores
da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em
curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam;
·
Formar 50% dos professores da educação básica
em nível de pós-graduação lato e stricto sensu, garantir a todos formação
continuada em sua área de atuação;
·
Valorizar o magistério público da educação
básica a fim de aproximar o rendimento médio do profissional do magistério com
mais de onze anos de escolaridade do rendimento médio dos demais profissionais
com escolaridade equivalente;
·
Assegurar, no prazo de dois anos, a
existência de planos de carreira para os profissionais do magistério em todos
os sistemas de ensino;
·
Garantir, mediante lei específica aprovada no
âmbito dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a nomeação
comissionada de diretores de escola vinculada a critérios técnicos de mérito e
desempenho e à participação da comunidade escolar;
·
Ampliar progressivamente o investimento
público em educação até atingir, no mínimo, o patamar de 7% do produto interno
bruto do país.
Fonte:
http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2010/12/15/veja-lista-das-20-metas-estabelecidas-pelo-mec-no-planonacional-de-educacao-pne-2011-2020-923293980.asp
segunda-feira, 20 de maio de 2013
INCLUSÃO DIGITAL
Projeto de Inclusão Digital através de Lan Houses
O CDI LAN em parceria com a LAN HOUSE JARDIM promovem
o Projeto de Inclusão
Digital através de Lan Houses gratuitamente. O projeto visa reduzir o índice de
analfabetismo digital, em especial junto à parcela da população que possui
pouca ou nenhuma experiência de Informática, com o objetivo de permitir que
esses cidadãos possam utilizar os recursos de um computador e da Internet.
Ao término do projeto, serão alfabetizados
digitalmente cerca de 70 cidadãos por meio de um curso de Inclusão Digital, nas
Lan Houses credenciadas. Dessa forma, espera-se que o Projeto de Inclusão
Digital Através de Lan Houses possa contribuir para a elevação do nível de
empregabilidade da população.
Resumo: O projeto
de Inclusão Digital tem como objetivo ofertar cursos de informática básica para
a comunidade e ser um nicho de pesquisa, para jovens, professores, alunos,
qualquer cidadão na área da computação. O projeto objetiva a Inclusão Digital.
1.
Justificativa: A Inclusão Digital é um
conceito que engloba as novas tecnologias da informação e comunicação, a
educação, a participação, possibilitando a construção de uma cidadania criativa
e empreendedora. A Inclusão Digital é um meio para promover a melhoria da
qualidade de vida, garantir maior liberdade social, gerar conhecimento e troca
de informações. Para que um cidadão possa se tornar, nos dias atuais, uma
pessoa crítica e empreendedora é preciso que ele tenha acesso não somente a
educação, mas, também, as tecnologias da informação e comunicação (o
computador, principalmente), pois estas permitem um acesso rápido e atualizado
das informações. Além disso, essas tecnologias proporcionam ao cidadão acesso à
educação, através de programas de educação à distância; permitem troca de
informações, através da Internet; e a geração de conhecimento em comunidades
virtuais. Mas, para que um cidadão possa realizar todas essas atividades, é
necessário que o mesmo saiba interagir com a tecnologia mais popular e
difundida nos dias atuais, o computador. Por
isso, muitos são os projetos de Inclusão Digital, a fim de construir uma
sociedade mais homogenia em termos de educação e conhecimento digital. Através
da alfabetização digital uma pessoa terá condições de selecionar informações na
web, processar os dados, adquirir conhecimento e transmitir esses dados,
fazendo uso disto para melhorar sua qualidade de vida.
Muitas
são as vantagens dos Projetos de Inclusão Digital:
Ø
Redução do analfabetismo funcional e digital
na sociedade;
Ø
Geração de novos conhecimentos;
Ø
Maior interação entre setores da sociedade;
Ø
Contribuir para uma melhor qualidade de vida,
tornando a população economicamente ativa;
Ø
Estimular evolução do comércio eletrônico e os
recursos que este disponibiliza;
2.
Objetivos:
O
projeto Inclusão Digital, proposto pelo CDI LAN em parceria com JARDIM
LAN HOUSE tem como objetivos:
I. Aos
alunos do curso:
Ø
Oferecer aos alunos interessados, a oportunidade
de elaborarem e desenvolverem, sob supervisão, cursos de informática básica
dirigidos à comunidade;
Ø
Envolvimento dos alunos em projetos de
Responsabilidade Social e a oportunidade de vivenciar na prática uma rica
experiência profissional.
II.
A comunidade:
Ø
Oferecer à comunidade um projeto de inclusão
digital, através de cursos de informática de curta duração;
Ø
Contribuir para a diminuição da exclusão
digital, que hoje é bastante expressiva em nossa sociedade;
Ø
Potencializar a oportunidade de emprego, das
pessoas que participam do projeto, já que, em geral, um dos requisitos
essenciais para uma vaga de emprego são conhecimentos de informática.
Com
o Projeto Inclusão Digital é possível vivenciar várias experiências:
Ø
A importância e a possibilidade de transformar
cidadãos responsáveis comprometidos com a sociedade; a conscientização sobre a
importância de Projetos de Inclusão Digital; a oportunidade para os professores
analisarem práticas pedagógicas de ensino de informática;
Ø
A contribuição para a socialização da
tecnologia; a compreensão da verdadeira concepção de Inclusão Digital; e por
fim aproximar as Instituições seja elas publicas ou privadas da comunidade, a
fim de que a instituição cumpra o seu objetivo de ser uma instituição com
responsabilidade social.
01 CAMISA
COM SLOGAN DAS INSTUTUIÇOES PARCEIRAS
sábado, 13 de abril de 2013
Emancipação de Barro Duro
Está mercado para o próximo dia 07, uma comissão barrodurense, que vai
novamente a Brasília, para o movimento nacional de emancipações de novos
distritos. O Brasil pode ganhar pelo menos
619 novas cidades, segundo levantamento do G1, se o Congresso aprovar a
Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 13, que devolve aos estados a
competência para legislar sobre a criação e emancipação de municípios. De
acordo com o levantamento, resultado de consulta às assembleias legislativas,
Rio Grande do Sul (124), Bahia (112), Maranhão (101), São Paulo (54), Mato
Grosso (45), Ceará (34), Pará (26), Goiás (22), Amazonas (18), Espírito Santo
(15), Pernambuco (12) e Santa Catarina (11) estão entre os estados com mais
áreas que pretendem se emancipar dos municípios às quais pertencem.
O número de projetos nos
estados pode ser ainda maior, já que algumas assembleias não contabilizam os
pedidos de emancipação, como no caso do Legislativo mineiro.
Até 1996, os estados podiam legislar sobre as emancipações municipais,
mas a prerrogativa foi retirada pela emenda constitucional 15/96, que buscou
frear o "boom" de novos municípios verificado nos primeiros anos da
década de 90.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o
Brasil contava com 4.491 municípios em 1990, contra 5.507 em 1997 (aumento de
22,62% no período).
Desde 1997, surgiram no país
outros 57 municípios, de acordo com o IBGE. Para a Associação Gaúcha de Áreas Emancipadas
e Anexadas (Agaea), após a aprovação da emenda constitucional 15/96, apenas 25
municípios foram criados. Os demais (a diferença em relação ao número do IBGE)
já tinham conseguido o direito, mas tiveram a emancipação oficializada depois
de 1996. Para o presidente da Agaea, Ederaldo de Araújo, a emancipação melhora
a autoestima do cidadão. "Ele vai ter o poder público administrativo mais
próximo dele, e o atendimento público (saúde, educação) vai melhorar. Além
disso, a emancipação evita o êxodo rural", disse Araújo.
O senador Sérgio Zambiasi (PTB/RS), que apresentou a PEC 13/2003,
disse ao G1 que objetivo é encontrar instrumentos legais que impeçam abusos. "Não
queremos que a lei vire instrumento da farra, pois, com isso, nós não
concordamos".
Para o senador gaúcho, quando se fala em 500 ou mais novos municípios,
o número acaba assustando. "No caso de 500 emancipações, isso implicaria
500 novos prefeitos, 500 vice-prefeitos e mais de 4 mil vereadores. Se você
passar a considerar esse orçamento todo, eu diria que nem passa", afirmou.
Porém, Zambiasi destaca que a PEC determina critérios mínimos para a
emancipação. Por exemplo, a área que desejar se emancipar deverá ter uma
população superior a 3 mil habitantes (Norte e Centro-Oeste) e 4 mil para as
demais regiões do país.
Tramitação – De acordo com
o senador do PTB gaúcho, "a proposta já passou por todas as comissões no
Senado e estava em condições de ser votada pelo plenário do Senado. Porém o
senador Eduardo Suplicy (PT-SP) apresentou três requerimentos".
O petista apresentou requerimentos aos ministérios da Fazenda, da
Integração Nacional e das Cidades acerca dos possíveis impactos nas finanças
públicas, no desenvolvimento regional e nacional e na gestão dos serviços
públicos, respectivamente. "Essas informações que eu solicitei às três
áreas dos ministérios podem nos dar mais elementos para a decisão, ou mesmo
colocar alguns critérios adicionais que possam justificar mais adequadamente a
criação de novos municípios", afirmou Suplicy, em entrevista ao G1.
Segundo Suplicy, "é
preciso avaliar se a criação de novos municípios ou desmembramentos de
municípios representa de fato uma melhoria de bem-estar para a população das
novas áreas criadas e também para as já existentes".
O senador gaúcho evitou fazer uma previsão sobre quando a PEC irá a
plenário no Senado. "Havia uma expectativa de que fosse votada em março ou
mais tardar em abril, mas, a partir desses três requerimentos do Suplicy, vamos
ter que aguardar", afirmou.
Zambiasi defende a emancipação como ferramenta de desenvolvimento
regional. "Sem nenhuma dúvida, os estados mais desenvolvidos, com maior
PIB e IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), são aqueles que têm mais
municípios", disse o senador.
Atualmente, o país conta com 5.565 cidades e pode ultrapassar os 6 mil
com a aprovação da PEC nº 13, já que, segundo a União Nacional dos Legislativos
Estaduais (Unale), há muitas comunidades em condições de se tornarem
independentes. "As assembleias estão mais próximas dos municípios e têm
melhores condições de analisar um pedido de emancipação do que a Câmara. A
criação de municípios traz mais benefícios do que prejuízos", disse o
deputado estadual e presidente da Unale, Liberman Moreno (PHS-AM).
"Nos estados do Norte, em especial o Amazonas, há necessidade de
desenvolvimento das comunidades do interior. Os municípios-mãe são muito
grandes e não têm condições de atender às necessidades da população. A consequência
disso é o êxodo rural", acrescentou Liberman.
Contrário à PEC – O senador
Álvaro Dias (PSDB-PR) é contra a aprovação da PEC 13/03. "Eu já fui
governador de estado e verifiquei que, em determinados casos, há
irresponsabilidade na criação de novos municípios", disse o tucano ao G1.
Na avaliação do senador do Paraná, a emancipação pode trazer muitos
prejuízos para o município-mãe. "Há casos em que o município novo criado
leva vantagem, mas o prejuízo é do município matriz, que diminui sua receita,
mas sem diminuir sua despesa", afirmou Dias.
O senador tucano teme que possa ocorrer um "boom" de
emancipações no país se a PEC 13/03 for aprovada. "Eu temo que cresça
muito o número de municípios. Como consequência, o número maior de prefeitos e
de vereadores vai aumentar a despesa pública sem necessidade".
Álvaro Dias também defendeu a atual legislação, em que a competência
para criar novos municípios é do Congresso. "As exigências atualmente
estabelecidas são suficientes para conter um pouco o processo irresponsável de
criação de municípios", disse ele ao G1.
FONTE: André Luís Nery, G1.
quarta-feira, 27 de março de 2013
A PÁSCOA E SEUS SÍMBOLOS
O nome páscoa surgiu a partir da
palavra hebraica "pessach" ("passagem"), que p
ara os
hebreus significava o fim da escravidão e o início da libertação do povo judeu
(marcado pela travessia do Mar Vermelho, que se tinha aberto para "abrir
passagem" aos filhos de Israel que Moisés ia conduzir para a Terra
Prometida). Ainda hoje a família judaica se reúne para o "Seder", um
jantar especial que é feito em família e dura oito dias. Além do jantar há
leituras nas sinagogas.
Para os cristãos, a Páscoa é a passagem
de Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição. A passagem de Deus entre
nós e a nossa passagem para Deus. É considerada a festa das festas, a
solenidade das solenidades, e não se celebra dignamente senão na alegria. Em
tempos antigos, no hemisfério norte, a celebração da páscoa era marcada com o
fim do inverno e o início da primavera. Tempo em que animais e plantas aparecem
novamente. Os pastores e camponeses presenteavam-se uns aos outros com ovos.
OVOS DE PÁSCOA - De todos os símbolos,
o ovo de páscoa é o mais esperado pelas crianças. Nas culturas pagãs, o ovo
trazia a idéia de começo de vida. Os povos costumavam presentear os amigos com
ovos, desejando-lhes boa sorte. Os chineses já costumavam distribuir ovos
coloridos entre amigos, na primavera, como referência à renovação da vida. Os
cristãos primitivos do oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na
Páscoa simbolizando a ressurreição, o nascimento para uma nova vida. Nos países
da Europa costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos e doá-los aos
amigos. Em outros, como na Alemanha, o costume era presentear as crianças. Na
Armênia decoravam ovos ocos com figuras de Jesus, Nossa Senhora e outras
figuras religiosas. Pintar ovos com cores da primavera, para celebrar a páscoa,
foi adotado pelos cristãos, nos século XVIII. A igreja doava aos fiéis os ovos
bentos. A substituição dos ovos cozidos e pintados por ovos de chocolate,
pode ser justificada pela proibição do consumo de carne animal, por alguns
cristãos, no período da quaresma. A versão mais aceita é a de que o
surgimento da indústria do chocolate, em 1830, na Inglaterra, fez o consumo de
ovos de chocolate aumentar.
COELHO - Por sua grande fecundidade, o
coelho tornou-se o símbolo mais popular da Páscoa. É que ele simboliza a Igreja
que, pelo poder de cristo, é fecunda em sua missão de propagar a palavra de
Deus a todos os povos.
CORDEIRO - O cordeiro é o símbolo mais
antigo da Páscoa, é o símbolo da aliança feita entre deus e o povo judeu na
páscoa da antiga lei. No Antigo Testamento, a Páscoa era celebrada com os pães
ázimos (sem fermento) e com o sacrifício de um cordeiro como recordação do
grande feito de Deus em prol de seu povo: a libertação da escravidão do Egito.
Assim o povo de Israel celebrava a libertação e a aliança de Deus com seu povo.
Moisés, escolhido por Deus para libertar o povo judeu da escravidão dos faraós,
comemorou a passagem para a liberdade, imolando um cordeiro. Para os cristãos,
o cordeiro é o próprio Jesus, Cordeiro de Deus, que foi sacrificado na cruz
pelos nossos pecados, e cujo sangue nos redimiu: "morrendo, destruiu nossa
morte, e ressuscitando, restituiu-nos a vida". É a nova Aliança de Deus
realizada por Seu Filho, agora não só com um povo, mas com todos os povos.
CÍRIO PASCAL - É uma grande vela que
se acende na igreja, no sábado de aleluia. Significa que "Cristo é a luz
dos povos". Nesta vela, estão gravadas as letras do alfabeto
grego"alfa" e "ômega", que quer dizer: Deus é princípio e
fim. Os algarismos do ano também são gravados no Círio Pascal. O Círio Pascal
simboliza o Cristo que ressurgiu das trevas para iluminar o nosso caminho.
PÃO E VINHO - O pão e o vinho,
sobretudo na antiguidade, foram a comida e bebida mais comum para muitos povos.
Cristo ao instituir a Eucaristia se serviu dos alimentos mais comuns para
simbolizar sua presença constante entre e nas pessoas de boa vontade. Assim, o
pão e o vinho simbolizam essa aliança eterna do Criador com a sua criatura e
sua presença no meio de nós. Jesus já sabia que seria perseguido, preso e
pregado numa cruz. Então, combinou com dois de seus amigos (discípulos), para
prepararem a festa da páscoa num lugar seguro. Quando tudo estava pronto, Jesus
e os outros discípulos chegaram para juntos celebrarem a ceia da páscoa. Esta
foi a Última Ceia de Jesus. A instituição da Eucaristia foi feita por Jesus na
Última Ceia, quando ofereceu o pão e o vinho aos seus discípulos dizendo:
"Tomai e comei, este é o meu corpo... Este é o meu sangue...". O
Senhor "instituiu o sacrifício eucarístico do seu Corpo e do seu Sangue
para perpetuar assim o Sacrifício da Cruz ao longo dos séculos, até que volte,
confiando deste modo à sua amada Esposa, a Igreja, o memorial da sua morte e
ressurreição: sacramento de piedade, sinal de unidade, vínculo de caridade,
banquete pascal, em que se come Cristo, em que a alma se cumula de graça e nos
é dado um penhor da glória futura". A páscoa judaica lembra a passagem dos
judeus pelo mar vermelho, em busca da liberdade. Hoje, comemoramos a páscoa
lembrando a jornada de Jesus: vida, morte e ressurreição.
QUARESMA - Os 40 dias que precedem a
Semana Santa são dedicados à preparação para a celebração. Na tradição judaica,
havia 40 dias de resguardo do corpo em relação aos excessos, para rememorar os
40 anos passados no deserto.
Fontes:
[1] Baseado na Coleção Descobrindo a
Páscoa, Edições Chocolate.
[2] A vitória da Páscoa, Georges
Chevrot, Editora Quadrante, São Paulo, 2002
[3] Vida Eucarística, José Manuel
Iglesias, Editora Quadrante, São Paulo, 2005
quarta-feira, 20 de março de 2013
Educação Brasileira
A maior dificuldade de se ter um ensino de qualidade nas escolas
públicas é, sem dúvida, a fragmentação da gestão pública na educação. É o
município sendo responsável, que muitos não o são, do ensino fundamental, o
estado cuida muito mal do médio e o ensino superior abandonado. Nos institutos
federais sobram recursos para qualquer setor, enquanto que as escolas
municipais e estaduais pagam muito mal para os professores e não têm condições
de financiamento para se desenvolver um ensino de qualidade. Está na hora de
pensar na unidade da educação. Pois, o país é só um, BRASIL. Do contrario, o
Brasil continuará com péssimos resultados na qualidade do ensino. Como pode um
professor federal ter um salário de 4 a 5 mil reais, enquanto que um municipal
ou estadual recebem em média 1,5 mil e quinhentos reais. Como pode haver tanta
diferença salarial na mesma profissão? Acorda BRASIL, antes que seja tarde. (Sandro Norberto da
Silva Pereira)
terça-feira, 19 de março de 2013
A existência da corrupção em atos cotidianos, para além das notícias sobre políticos corruptos veiculadas com frequência na mídia
No Brasil é muito comum associarmos a
corrupção aos políticos: deputados, senadores, vereadores, prefeitos etc. Não é
à toa, afinal de contas quase todos os dias os jornais e a TV apresentam denúncias
do uso de recursos públicos e verbas para o favorecimento pessoal. Segundo a organização
Transparência Internacional, o Brasil é o 73º país mais corrupto do mundo. O
mais curioso é que, apesar da percepção generalizada sobre o problema, à
discussão sobre as causas e as possíveis soluções ainda é insuficiente ou
superficial. E muito pouco se fala sobre atos cotidianos que também podem ser
considerados corruptos como sonegar imposto ou dar uma gorjeta para o garçom
esperando sentar na melhor mesa do restaurante, pagar o "flanelinha",
parar o carro em local específico para deficientes, dar propina para conseguir
contratos com governo ou desviar verbas públicas para benefícios individuais,
etc.
A palavra corrupção remete à ruptura,
que pode significar o rompimento ou desvio de um código de conduta. Com isso, compreender
melhor o conceito é analisar a diferença entre a corrupção aceitável e a não
aceitável socialmente.
O que é corrupção? De acordo com a ONG
Transparência Internacional, a corrupção pode ser definida como "o abuso de
poder político para fins privados". Essa é a definição mais aceita e
conhecida do termo e pode ser aplicada à maior parte das notícias sobre a
corrupção que vemos diariamente. Trata-se, no entanto, de uma definição muito
ampla: infelizmente, ela não qualifica os indivíduos envolvidos e suas
respectivas responsabilidades. A final, o que é necessário para que um ato seja
classificado como "corrupção"? Quem são as pessoas envolvidas?
Sociológicos e cientistas políticos já
propuseram diversas tipologias para os atos de corrupção e para identificar as
pessoas e organizações envolvidas. Para o cientista social italiano Diego Gambetta
um ato de corrupção é caracterizado pela presença de, no mínimo, três tipos de atores
sociais distintos: o corruptor, o representante e os representados. Os
representados são os cidadãos que possuem direitos e deveres, ou que acessam
determinados serviços públicos, como qualquer outra pessoa e de acordo com as
leis vigentes; o representante é o funcionário público ou detentor de cargo
político, o qual compete certos comportamentos que são ignorados ou alterados
nos casos de corrupção; por fim, o corruptor, é o cidadão que interfere em um
processo democrático ou burocrático rotineiro, para obter alguma vantagem por
meio de alguma espécie de acordo com o representante. Nesse jogo de favorecimento
mútuo entre o corruptor e o representante (por definição, um funcionário
público ou um detentor de cargo eletivo corrupto) quem sai perdendo são sempre
os demais representados - os cidadãos, contribuintes ou consumidores - que vivem
a vida cotidiana de acordo com as leis vigentes.
A relação entre o representante e o
corruptor pode assumir diversas formas: em uma versão mais branda implica no
representante público agindo de maneira a favorecer o corruptor sem
necessariamente subverter suas funções no Estado (como, digamos,
"acelerando" a emissão de um documento em troca de favores diversos
ou vantagens monetárias); em suas formas mais radicais, a corrupção é caracterizada
pelo representante excedendo suas funções normais em troca de favores como no
de um prefeito usando sua influência política para favorecer um empresário em
uma licitação. Seja qual for a forma de corrupção analisada, convém salientar
que normalmente esses atos não são cometidos por apenas um tipo de pessoa: o
desvio de comportamento do representante público está, na maioria das vezes,
relacionado com os esforços de uma pessoa para obter benefícios de forma
distinta dos demais cidadãos de sua cidade, estado ou nação. Ou seja:
normalmente, o ato de corrupção apresenta-se como uma ação entre dois tipos de atores
sociais, de forma a utilizar o sistema de forma atípica ou ilegal, para obter vantagens
particulares. Portanto, a corrupção é a ação conjunta de representantes
públicos e corruptores para obter vantagens (econômicas ou não) para ambos os
envolvidos, em detrimento dos direitos dos demais cidadãos e o funcionamento
normal de alguma instituição ou órgão público.
De onde vem à corrupção? A partir do pensamento do sociólogo alemão
Max Weber, a corrupção poderia ser associada ao fenômeno do patrimonialismo. O
termo remete às formas de governo de sociedades antigas ou tradicionais, onde
não há distinção ou limites entre público e privado. Nesses casos (normalmente
descritos como autocracias ou oligarquias), os bens públicos são considerados
como propriedades dos governantes ou de determinadas classes sociais, sendo
utilizados e explorados conforme os interesses das lideranças estabelecidas. Nas
sociedades modernas esse fenômeno estaria em decadência, por conta dos
processos de racionalização, otimização e impessoalidade decorrentes entre
outros fatores da burocracia. Assim, os governos atuais deveriam ser em tese,
"burocráticos e impessoais". E os servidores públicos se comportariam
de maneira profissional e isenta e os cidadãos seriam tratados de forma igual e
indiscriminada. A presença de formas diversas de patrimonialismo indicaria, portanto,
que uma sociedade ainda carrega em si traços de formas mais antigas e menos
racionais de governo.
No Brasil, a corrupção teria suas
origens ou poderia ter sido intensificada pelas características de nossa
própria história política. A corte portuguesa, por exemplo, quando transferida
para o Brasil com a v inda de D. João V I em 1 808, era caracterizada por diversas
relações de favorecimento e compromissos entre os nobres e a burocracia estatal
que os acompanhavam.
Segundo pensadores como Raimundo
Faoro, as relações de patrimonialismo, clientelismo e nepotismo daquela época
tornaram-se intrinsecamente vinculadas às práticas políticas do Brasil atual.
Sendo assim, as práticas políticas daqui seriam antiquadas e estariam longe de
um estágio mais moderno e racional.
Os atos corruptos divulgados nas
notícias. Será que essa é uma exclusividade dos políticos? No dia a dia, quando
alguém burla regras ou até leis para obter alguma vantagem isso também é corrupção?
Nesses casos, a motivação do cidadão
comum é a mesma do político? E as justificativas? Podemos dizer que as pessoas
também são motivadas por uma herança que misturava público e privado? A
desorganização de algumas instituições públicas, o excesso de burocracia e a
lentidão da justiça justificam atos corruptos dos cidadãos?
Quais as possíveis soluções para evitar
a má prática. Quais as justificativas para atitudes corruptas tomadas no dia a
dia.
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